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Com ou sem emoção? Você decide 05/11/2009 - 09h59

A psicologia define emoção como uma reação orgânica de intensidade e duração variáveis, de grande excitação mental e, geralmente, acompanhada de alterações respiratórias, circulatórias, entre outras. Em um mundo cada vez mais nervoso e competitivo, conhecer e dominar as agitações nos sentimentos são condições essenciais para o sucesso profissional e pessoal.

 

Segundo Rosana Spinelli, professora da Contmatic Phoenix (www.contmatic.com.br) desenvolvedora de softwares contábeis, os indivíduos emocionalmente inteligentes são os que usam a razão para compreender e lidar com as emoções, que recorrem a elas para interpretar o meio envolvente e tomar as melhores decisões. “Os que não conseguem exercer controle sobre a própria vida emocional, travam batalhas internas, não se concentram no trabalho e, assim, perdem a capacidade de pensar com clareza”, afirma.

 

A especialista ressalta que todas as emoções surgem por meio dos pensamentos e, por isso, quando se pensa em algo triste ou irritante, as emoções imediatamente sentidas são de tristeza e raiva. “Se soubermos conduzir os pensamentos, poderemos direcionar nossas emoções”, completa.

 

Pensamentos negativos – Se não dominadas, as emoções tidas como negativas colocam em risco a saúde física e o equilíbrio emocional, aumentam a falta de assiduidade ao trabalho ou escola e diminuem a produtividade. Veja alguns problemas que estas emoções podem causar ao ser humano:

 

• Tristeza: saudável quando passageira, pois leva à reflexão, mas se persistir vira depressão e prejudica o funcionamento psicológico, social e profissional.

• Raiva: uma corrosão de dentro para fora, que provoca prejuízos para si e para os que estão próximo. O câncer é considerado a doença da raiva.

• Medo: permite decidir se as pessoas fogem ou enfrentam as situações. Em excesso gera ansiedade, aumentando a significação de perigo e encurtando o horizonte de tempo necessário para lidar com a situação. Pessoas dominadas pelo medo têm dificuldade familiar, profissional e social.

 

Vida profissional - Segundo a palestrante, o Q.I. elevado (Quociente de Inteligência), pode gerar um bom emprego, mas é o Q.E. (Quociente Emocional), que garante uma promoção, pois quem sabe lidar com as próprias emoções tem mais facilidade de resolver problemas e encontrar soluções. “Indivíduos providos de Q.E. sabem gerir um conflito, impor autoridade, prestar atenção aos outros e ao que se passa à sua volta.”

 

A culpa não é dos cromossomos - A inteligência emocional não é genética. Estas habilidades são aprendidas, ampliadas e aprimoradas ao longo da vida. Os padrões emocionais estabelecidos podem ser mudados, revela a pedagoga. “Isso porque temperamento não é destino”, comenta. “Para mudar é necessário analisar os próprios atos, palavras e pensamentos. Devem-se eliminar os exageros, tanto positivos quanto negativos, e enfrentar a vida de forma natural. Assim é possível ter melhor qualidade de vida, menos estresse e evitar doenças psicossomáticas que levam à depressão.”

 

Uma dica de exercício mental para lidar com as emoções é ter consciência do sentimento no exato momento em que eles ocorrem, para que as emoções fiquem do tamanho certo. Além do autocontrole, é necessário profundo conhecimento sobre você mesmo e sobre os outros. Para saber mais, a Contmatic Phoenix oferece o curso Inteligência Emocional, no próximo dia 13 de novembro, a partir das 18h30, na sede da empresa (Rua Padre Estevão Pernet, 215 – Tatuapé – São Paulo).

 

Com 4 horas de duração, o treinamento - curso é ministrado em um único dia e é aberto a qualquer pessoa acima de 18 anos. Além do Inteligência Emocional, a empresa oferece diversos cursos nas áreas contábil, trabalhista e jurídica - tributária. (no corpo do texto segue a programação completa).

 

Grande parte dos cursos da Contmatic Phoenix é credenciada pelo Programa de Educação Profissional Continuada (EPC), do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). O programa foi instituído por uma norma do conselho e determina que os contabilistas que atuam como auditores independentes ou trabalham no mercado financeiro e possuem cadastro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) têm de participar ao longo do ano de palestras, seminários, workshops, entre outras atividades, para que se mantenham atualizados e aprimorem seus conhecimentos.

Fonte: Universidade Jorge