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Cursos e Palestras - CEAD
Retenções na Fonte (PIS,COFINS, CSLL, IRRF, ISSQN E INSS- P.J)
De: 30/08/2010 a 02/09/2010
Horário: 18:00 às 22:30
Instrutor: Erika Morais
São Paulo - SP
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Relações Interpessoais no Trabalho
Data: 28/08/2010
Horário: 09:00 às 13:00
Instrutor: Rosana Spinelli
São Paulo - SP
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Cálculos da Folha de Pagamento e Apuração dos Encargos Trabalhistas da Empresa
De: 23/08/2010 a 26/08/2010
Horário: 19:00 às 22:00
Instrutor: Daniela Paschoal
São Paulo - SP
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Acontece
União libera R$ 2,5 bi do Orçamento
O Governo Federal anunciou a liberação de R$ 2,5 bilhões do Orçamento de 2010. O Ministério do Planejamento confirmou também o aumento na previsão de crescimento da Economia de 5,5% para 6,5%.
Estão sendo liberados recursos que haviam sido bloqueados no início do ano. Em março, houve um corte de R$ 21,8 bilhões -o maior contingenciamento promovido no governo Lula. Em maio, o limite de gastos foi reduzido em mais R$ 7,6 bilhões.
A liberação de recursos se deve, principalmente, à redução na estimativa para o deficit da Previdência em R$ 1,6 bilhão. O governo também projeta um aumento nas receitas de R$ 1,5 bilhão e uma redução de R$ 300 milhões nas despesas obrigatórias.
As previsões para a Previdência já consideram o reajuste de 7,72% para os aposentados aprovado no Congresso, acima dos 6,14% previstos anteriormente. Apesar disso, o Governo elevou em R$ 1,5 bilhão a previsão de pagamentos e aumentou em R$ 3 bilhões a expectativa de receitas.
Devido ao aumento na projeção para o crescimento do PIB, houve uma elevação de R$ 800 milhões na meta de superavit primário (economia para pagar os juros da dívida) em termos nominais, valor que impediu uma liberação maior dos gastos.
No mês passado, o Ministério da Fazenda também elevou para 6,5% a previsão de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em 2010. Antes da revisão do orçamento, a Fazenda previa crescimento de 5,2% no PIB em 2010, e o Banco Central projetava Expansão de 5,8%. No entanto, na edição de março da publicação, a Fazenda projetava extraoficialmente crescimento de 6%. O FMI (Fundo Monetário Internacional) também aumentou as suas previsões de crescimento para a Economia brasileira.
Fonte: O Povo






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